A presidente do Cpers-Sindicato, Rejane de Oliveira, anunciou nesta terça-feira que a categoria poderá cruzar os braços para pressionar o governo contra o pacote de projetos protocolado na Assembleia na semana passada.
— Não será uma paralisação de um dia. Se preciso for, de uma semana, duas semanas — disse.
O calendário de paralisação será definido em assembleia-geral. A data será definida na sexta-feira. Segundo Rejane, outras categorias poderão integrar o movimento.
— Estamos nos preparando para uma grande batalha para que o pacote não seja aprovado — acrescentou a dirigente.
Nesta quarta-feira, o Cpers e outras 21 entidades de servidores públicos promovem uma manifestação da sede do Cpers até o Palácio Piratini, também contra os projetos do governo estadual.
O pacote de projetos do governo é formado por seis propostas: Previdência e fundo de capitalização, mesmo projeto para os militares, Requisições de Pequeno Valor (RPVs), inspeção veicular, taxa ambiental e venda de imóveis.
ZERO HORA
— Não será uma paralisação de um dia. Se preciso for, de uma semana, duas semanas — disse.
O calendário de paralisação será definido em assembleia-geral. A data será definida na sexta-feira. Segundo Rejane, outras categorias poderão integrar o movimento.
— Estamos nos preparando para uma grande batalha para que o pacote não seja aprovado — acrescentou a dirigente.
Nesta quarta-feira, o Cpers e outras 21 entidades de servidores públicos promovem uma manifestação da sede do Cpers até o Palácio Piratini, também contra os projetos do governo estadual.
O pacote de projetos do governo é formado por seis propostas: Previdência e fundo de capitalização, mesmo projeto para os militares, Requisições de Pequeno Valor (RPVs), inspeção veicular, taxa ambiental e venda de imóveis.
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