Servidores da Câmara de Porto Alegre rejeitam proposta de reajuste
Sindicâmara quer 11,51% de reposição. Mesa Diretora oferece 8,16%
Depois de uma assembleia geral realizada nesta tarde, o Sindicâmara anunciou que vai rejeitar a proposta de reajuste de 8,16% para os 634 servidores do Parlamento, na Capital, além do aumento de 8,33% no vale-refeição. Os índices, oferecidos pela Mesa Diretora, foram idênticos aos aprovados pelos servidores do Executivo, na última segunda-feira, depois de uma semana de greve. O Sindicato entende que a Câmara, por ter regime próprio de cargos e salários, não precisa ser guiada pelo Executivo.
O Sindicâmara pede 11,51% de reposição, aumento do vale refeição de R$ 12,50 para 18,24 e criação de plano de carreira. De acordo com o presidente da entidade, Renato Guimarães, das 25 clausulas de reivindicações, apenas um terço foi correspondida pela direção da Casa.
A criação de concurso público é exigida pelos servidores. Conforme a direção, existem 86 vagas em aberto. A presidente da Câmara, Sofia Cavedon, ressaltou, que a Câmara confirmou a realização de um concurso público para preencher 27 cargos no Parlamento.
Uma nova reunião entre a direção da Câmara e os servidores está marcada para as 14h30 de sexta-feira. Caso as reivindicações não sejam atendidas, a categoria promete cruzar os braços após uma nova assembleia, sem data marcada.
Fonte: Ronaldo Berwanger / Rádio Guaíba
O Sindicâmara pede 11,51% de reposição, aumento do vale refeição de R$ 12,50 para 18,24 e criação de plano de carreira. De acordo com o presidente da entidade, Renato Guimarães, das 25 clausulas de reivindicações, apenas um terço foi correspondida pela direção da Casa.
A criação de concurso público é exigida pelos servidores. Conforme a direção, existem 86 vagas em aberto. A presidente da Câmara, Sofia Cavedon, ressaltou, que a Câmara confirmou a realização de um concurso público para preencher 27 cargos no Parlamento.
Uma nova reunião entre a direção da Câmara e os servidores está marcada para as 14h30 de sexta-feira. Caso as reivindicações não sejam atendidas, a categoria promete cruzar os braços após uma nova assembleia, sem data marcada.
Fonte: Ronaldo Berwanger / Rádio Guaíba
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