A nova ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT-PR), que toma posse do cargo hoje, às 16h30min no Palácio do Planalto, fez no começo da tarde um pronunciamento de despedida no plenário do Senado. Em seu lugar deve assumir o mandato de senador o primeiro suplente Sérgio de Souza, do PMDB.
Após cumprimentar colegas da Casa, ela destacou o aprendizado conquistado em seus meses de mandato. Conhecida pelo estilo combativo, a senadora comentou a comparação feita por alguns oposicionistas de que ela seria um "trator".
— Não considero esta a melhor metáfora para quem sempre se dispôs a debater, ouvir e construir consensos. Acredito que o desfecho da manifestação democrática é a decisão da maioria. Gostaria de manter a convivência respeitosa que iniciamos nesta Casa.
A senadora reforçou sua identificação com o governo da presidente Dilma Rousseff e disse que vai cumprir a nova missão que lhe será conferida a "favor do Brasil".
— Sempre fui muito incisiva na defesa de seu governo, não pelo simples fato de pertencer a sua base ou pertencer ao seu partido, mas sobretudo porque acredito no projeto onde as pessoas são o objetivo maior da nossa atuação.
A respeito da responsabilidade de comandar a Casa Civil, ela afirmou que tem "muita clareza do tamanho desta missão" e completou:
— A quem muito é dado, muito será cobrado.
No final do pronunciamento, Gleise se dirigiu a eleitores do Paraná, Estado que a elegeu.
— Meu afastamento do Senado não me afasta dos compromissoss que assumi. Estou mudando de instância, mas não de caminho — afirmou.
ZERO HORAApós cumprimentar colegas da Casa, ela destacou o aprendizado conquistado em seus meses de mandato. Conhecida pelo estilo combativo, a senadora comentou a comparação feita por alguns oposicionistas de que ela seria um "trator".
— Não considero esta a melhor metáfora para quem sempre se dispôs a debater, ouvir e construir consensos. Acredito que o desfecho da manifestação democrática é a decisão da maioria. Gostaria de manter a convivência respeitosa que iniciamos nesta Casa.
A senadora reforçou sua identificação com o governo da presidente Dilma Rousseff e disse que vai cumprir a nova missão que lhe será conferida a "favor do Brasil".
— Sempre fui muito incisiva na defesa de seu governo, não pelo simples fato de pertencer a sua base ou pertencer ao seu partido, mas sobretudo porque acredito no projeto onde as pessoas são o objetivo maior da nossa atuação.
A respeito da responsabilidade de comandar a Casa Civil, ela afirmou que tem "muita clareza do tamanho desta missão" e completou:
— A quem muito é dado, muito será cobrado.
No final do pronunciamento, Gleise se dirigiu a eleitores do Paraná, Estado que a elegeu.
— Meu afastamento do Senado não me afasta dos compromissoss que assumi. Estou mudando de instância, mas não de caminho — afirmou.
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